Conheço um inglês, Gibby Zobel, que morou sozinho numa cabana, durante dez anos, em pleno Parque Nacional de Itatiaia, entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ele não tinha animais de estimação nem carro, internet, rádio, televisão, celular ou telefone fixo. O vizinho mais próximo se encontrava uns dois quilômetros adiante. Gibby apreciava tanto o isolamento que procurava sair da mata o mínimo possível. Deixava seu refúgio apenas quando precisava comprar itens de primeira necessidade, resolver emergências de saúde ou viajar por razões profissionais. É jornalista freelancer e, à época, fazia reportagens principalmente para a BBC. Há pouco tempo, lhe perguntei qual a maior dificuldade que enfrentou no corpo a corpo com a solidão. “Vencer o medo de mim mesmo”, respondeu.
“Aos cristãos que falam de ditadura gay:
1) Tem mona batendo na sua porta às 7 da matina de domingo e dizendo: ‘Bom dia, senhor, gostaria de ser travesti?’
2) Associações LGBT dispõem de imunidade tributária? E se encontram em todas as esquinas de todas as cidades do país?
3) Está escrito ‘a-ha-zô’ nas notas do seu dinheiro?
4) O símbolo do Rio de Janeiro é uma estátua da Beyoncé?
5) É o arco-íris que enfeita as paredes do Senado, da Câmara e de todas as assembleias legislativas estaduais e municipais, além de todos os tribunais, da primeira instância até o Supremo?
6) O ensino da homossexualidade virou matéria obrigatória nas escolas públicas, por determinação constitucional?
7) Os homossexuais já negaram direitos a alguém?”
“- Benjamin, você sabe que não há mal nenhum em menino brincar de boneca, né?
– Sei. Cada um brinca do que quer.
– É que você olha para as bonecas da sua irmã com uma cara de nojinho, tenha dó…
– Mãe, tem meninos que brincam de boneca. E meninas que não brincam de boneca. Quem gosta brinca, tudo bem. Eu só não gosto.
– Isso lá é verdade. Mas por que a cara de nojinho?
– É que não consigo entender qual a graça de uma brincadeira que precisa limpar o cocô de alguém. Sério. Não entendo.”
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